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Mais uma semana começa…. E pelo menos para mim, sempre começo com a mesma pergunta sobre séries: Será que Heroes vai deixar a peteca cair de novo?

Foram 3 episódios bons e o último mediano….  3 a 1 certo? E quem marca um novo gol no placar essa semana ééééé….

O lado Bom! Tá que ocorreu bastante coisa que não deve se entrar no contexto principal, mas também não estou dizendo que foi algo espetacular. Temos que entender que por enquanto, Heroes ainda esta com – muitas – seqüelas por conta de suas últimas escolhas de roteiro e a única comparação que fiz por aqui foi com os 4 capítulos anteriores, pois seria uma baita de uma injustiça fazer um embate dela com outra série e haveria uma resposta óbvia  e um pouco acima do que esse episódio mereceu se compararmos com o seu Volume anterior….

“Exposed” foi dividido em três arcos: Sylar e Luke, Claire, e  Petrellis/Matt/Esquadrão Anti-Mutante. E hoje separarei o review nessa três partes.

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Sylar: A parte mais decepcionante do episódio. O coitado do Sylar vem sendo visto ( me inclua nessa ) como o salvador de praticamente todos os episódios que são ruins, mas hoje tivemos o maior desperdício desde que ele foi rotulado como o Salvador da série. Mas mesmo assim a cena flashback onde vemos exatamente o que aconteceu nos momentos onde Gabriel é vendido pelo pai foi emocionante. O coitado desde o começo sempre sofreu e é totalmente compreensível o por que desse seu distúrbio de poder não ser somente um contra de suas habilidades. Achei interessante porque o pai dele tem também o poder de telecinesse, e assim como seu filho faz com suas vítimas, ele matou a esposa também cortando a cabeça. Taí: será que Sylar escolheu esse método horrendo do seu subconsciente? Fecho só com a dúvida para saber se Lucke realmente terminou daquele jeito: sendo largado no meio do nada por Sylar….. Hmmmm, to em grande dúvida.

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Claire: Foi aquela parada meio ‘não fede e nem cheira’. Por mais que eu tenha achado bacana vermos a mãe da há muito cheerleader mostrar que é muita mais malandra do que achávamos que era nesses últimos três anos não passou muito disso…. Uma fuga que serviu de prequel para o beijo de baixo d’água entre ela e o garoto de fôlego infinito e um belo sorriso horas depois do beijo. Relevância também para Claire parar de só olhar para o próprio umbigo, mas também não querer dar uma de salvadora dos fracos e oprimidos. Não. Seu medo agora é ver HRG e sua mãe potencialmente poderem se separar e isso finalmente deu um toque mais ( bem mais ) suportável para a Claire pentelha que estávamos acostumados a ver antes.

Petrellis/Matt/”Esquadrão Anti-Mutante”: Bem, não tivemos Mohinder e isso já é o suficiente para levantarmos as mãos para o céu e gritar um “Yata!” daqueles…. O mais ruiidículo é que demorou Matt quase ser pego inúmeras vezes, perder Daphne e quase tomar chumbo para lebrar que tem um poder meio que bem útil de induzir as escolhas das ações alheias….  Mas eu meio que talvez entendo, é algo tipo do Peter, quando os produtores decidiram deixar Peter só ter um poder por vez para não faze-lo invencível… Abafem.  Cenas tensas relativamente bem sucedidas em seu propósito: serem tensas e um fim bem “OH!”zinho, com Matt dopado preso com uma bomba no meio da rua contra sua própria vontade. Até que gosteu da forma que conduziram o tal mega-auto-plágio, tendo uma definição menos óbvia e inteirando aquele agente careca ( que até agora não sei o nome ) como o vilão da temporada, já que nosso querido Sylar, convenhamos, está tendo uma trama paralela total à main plot….

E agora digo feliz e até que satisfeito: que venha mais Heroes!

Por: Michael Oliveira

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