06 out
Postado por Felipe K as The X-Factor
Há algum tempo estava ensaiando para começar a conferir The X-Factor, via muitas criticas positivas com relação ao reality show musical que já revelou cantoras do nível de Leona Lewis e mais recentemente Alexandra Burke, alguns arriscavam-se até a qualificar o reality Britânico como o melhor reality musical da atualidade, mas ai surgia a desconfiança, será que existiria na face da terra algum reality musical melhor que American Idol?
A resposta por mais surpreendente que seja é sim existe e esse reality tem nome The X-Factor, o reality segue os mesmos moldes do reality americano, porém com algumas liberdades a mais que tornam essa fórmula melhor e mais interessante, os motivos você pode conferir nos comentários abaixo:

6.01 a 6.06 – Auditions
O ponto interessante das Auditions é que este ano elas aconteceram em um auditório para uma grande platéia, ou seja, os competidores não tiveram que enfrentar apenas os jurados mais sim toda uma platéia, alguns fortes concorrentes já começaram a se destacar nessa primeira fase, tanto que após algumas apresentações já era certa a presença de alguns concorrentes nas próximas fases, é interessante ver a liberdade com que cada candidato organizava suas apresentações, hora em grupo, hora individual, idosos tentando ser a nova Susan Boyle da Inglaterra, se há liberdade para os candidatos se apresentarem, há também a liberdade para os talentos e bizarrices se multiplicarem, destaque para a última que ocorreram em peso nessa fase classificatória. Entre os candidatos que se destacaram vale apontar para Jamie Archer que em sua apresentação cantando Sex On Fire da banda Kings of Leon conseguiu um feito inédito que foi agradar tanto Simon que fez o jurado cantarolar a melodia durante sua apresentação.

6.07 e 6.08 – Bootcamp
Nesta fase os 200 classificados duelam em busca das 24 vagas para a próxima fase da competição, é a hora e a vez de alguns candidatos começarem a se destacar, a cair no gosto do público e no processo carimbar sua vaga para as próximas fases, na verdade a disputa não se resume em apenas 24 vagas mas sim 6 vagas pois dali em diante os candidatos classificados começam a ser divididos por categorias, boys até 25 anos, girls até 25 anos, grupos e overs com mais de 25 anos, por isso para muitos ali a disputa não é para uma das 24 vagas e sim pelas 6 vagas de sua categoria, um dos maiores destaque dessa fase foi a criação do grupo Miss Frank, três garotas que até então visavam um lugar nas finais separadas, porem após sua apresentação em trio os jurados as desclassificaram das vagas solo e propuseram uma vaga nas finais como grupo, as meninas claro que por sua vez logo aceitaram.

Depois de todas as apresentações chegara a hora de escolher os 24 finalistas, árdua missão se não fosse o auxilio super moderno de um computador touchscreen que facilitou e muito o processo de escolha, definido os 6 finalistas de cada categoria faltava agora saber qual jurado ficaria responsável por qual categoria, a categoria Girls ficou por conta da jurada Dannii Minogue, já a categoria Boys ficou por conta da jurada Cheryl Cole, a categoria Groups ficou por conta de Louis Walsh que logo deu para perceber sua frustração por ter pego pelo segundo ano consecutivo a categoria mais fraca entre as 4, já o todo poderoso Simon Cowell ficará responsável pela categoria Over 25 até agora julgada por mim a mais difícil dentre as 4 devido a grande quantidade de talentos que compõe essa categoria.
Por: Luciano Rodrigo.
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